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A Caótica!


profanofeminino:

História de vida.

Amélie, inspiração!

profanofeminino:

História de vida.

Amélie, inspiração!


“Se alguém perguntar por mim, diz que eu fui por aí levando um violão…”

“Se alguém perguntar por mim, diz que eu fui por aí levando um violão…”


Piquenique <3


click

May 19th at 11PM / via: 422221 / op: 422221 / 2 notes

422221:

a foto existe antes da foto

Genial <3


Bela foto!

Bela foto!


May 7th at 8AM / 0 notes

Os Mutantes <3


por-falta-de-roteiro:

 

interessante…



II Marcha das Vadias SJC


Apr 7th at 10PM / 0 notes
&#8220;Os homens. É preciso amar os homens. Os homens são admiráveis. Sinto vontade de vomitar – e de repente aqui está ela: a Náusea. Então é isso a Náusea: essa evidência ofuscante? Existo – o mundo existe -, e sei que o mundo existe. Isso é tudo. Mas tanto faz para mim. É estranho que tudo me seja tão indiferente: isso me assusta. Gostaria tanto de me abandonar, de deixar de ter consciência de minha existência, de dormir. Mas não posso, sufoco: a existência penetra em mim por todos os lados, pelos olhos, pelo nariz, pela boca… E subitamente, de repente, o véu se rasga: compreendi, vi. A Náusea não me abandonou, e não creio que me abandone tão cedo; mas já não estou submetido a ela, já não se trata de uma doença, nem de um acesso passageiro: a Náusea sou eu.&#8221;(A Náusea - J.P Sartre)

Os homens. É preciso amar os homens. Os homens são admiráveis. Sinto vontade de vomitar – e de repente aqui está ela: a Náusea. Então é isso a Náusea: essa evidência ofuscante? Existo – o mundo existe -, e sei que o mundo existe. Isso é tudo. Mas tanto faz para mim. É estranho que tudo me seja tão indiferente: isso me assusta. Gostaria tanto de me abandonar, de deixar de ter consciência de minha existência, de dormir. Mas não posso, sufoco: a existência penetra em mim por todos os lados, pelos olhos, pelo nariz, pela boca… E subitamente, de repente, o véu se rasga: compreendi, vi. A Náusea não me abandonou, e não creio que me abandone tão cedo; mas já não estou submetido a ela, já não se trata de uma doença, nem de um acesso passageiro: a Náusea sou eu.”

(A Náusea - J.P Sartre)